Delírios...


Sem um pio ouço de meus pensamentos
Em negras asas quebradas de angústias
Desço dos céus em infernos momentos
No riso aparvalhado de réstias

Grito à brisa que teima ser alento
Da solidão nua e desfigurada
Por marcas deixadas soltas ao vento
Sem destino na face amarelada

Conto aos pesadelos na verdade
Da lágrima intrigada de meu olhar
Nascer fuga e morrer a saudade

Fico apenas no vazio que demente
Das razões provoca o tempo anelar
Em carga do corpo solto da mente

É quando do choro simplesmente rio...

 

Ramoore

 

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