AMIGOS DO DESAMOR




Nascem da madrugada, em trejeitos
Tatuados no olhar impressos n'alma
Não se sabe, quando, ou quem os pariu
Surgem entre suores e aguardente
Tornam-se imaculados na etérea luz de um bar
Fazem versos...
Cheios de harmonia, cantando
Em prosa o improviso
De um olhar, cabisbaixo e solitário,
Que aproxima e ascende ao igual
Ser gerado e nascido na noite,
Onde, não se admite abortos
E, é proibido fazer sexo com irmãos.
 

Ramoore

 

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