RETROSPECTIVA




Com ares de esperança, sonhos a realizar
Aspirando ilusões, com os pés a caminhar
Sentindo no peito, o compasso marcado
Do dia a dia, em rotina encontrado

Buscando em olhares e sorrisos alheios
A lágrima perdida, o choro contido
A palavra de incentivo, sem meneios
Ou trejeitos do que não tem sentido

Gritando ao mundo, surdo mundo calado
Em heresias impostas e mercenárias
Por favor, isto não é mal mandado

Tenho fome de amor, não de diárias
Não feche os olhos, olhe para mim
É, não importa, o ano chegou ao fim.

 

 

Ramoore

 

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