Amazônia...

 




Lindo epistolado eco do credo
Gerado em gerações engendradas
No bucólico poder da fantasia
De ações empoadas de bastidores

Criando no ardil vil do engodo real
Em ilógica bandeira sem fronteiras
Do servil gentio nascido em cores
Na módica eira de ficar à beira

Escondendo dos pés na luta do andar
De mãos atadas no ser prisioneiro
Do grito emendo de mil cartilhas

Em partilha da parte feita reparte
Nas reservadas reservas do poder
Da pilha maldita de nossos pulhas...

Que em ato chulo batem o martelo!

 

Ramoore

 

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