Dália




No frio de insólito mal no coração
Ao sentir da afinidade em desuso
Nasce nas mãos do encontro sem doação
O aperto tímido ser meio confuso

Usando incrédulo corar da face
Sem cores o olhar da última chama
Nasce do calor feito entrelace
Na esperança da forma humana

Em tempo definido no infinito
Das emoções surgem transformações
Sem separar o feio do bonito

Da busca em continuidade no viver
A felicidade traz das compreensões
Em flores da Dália faz o bem querer!
 

 

Ramoore

 

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