Desafeto?
 



Desculpem-me pela interferência
Na soma do resultado somar três
Sei do quarto a consciência no quarto
Fechar os olhos no amar do outro...

Sem discriminar ver do imperfeito
Em apologia do não ser de beira
O caminho sem trejeito de abono
No ter de dividir esteira alheia...

O passo mal dado evito seguir
Do braço que abraça de migalhas
Fujo do dito no ir e vir da vida...

No trançado em macramé feito viés
Os ziguezagues de mortalhas nuas
De corpos sem jeito de pés libertos...

Que fazem teima, falar de afeto!
 

Ramoore

 

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